"(...) costumava dizer que, na vida, ou se faz alguma coisa de verdadeiramente importante ou é melhor não fazer nada. Viver ao sabor da corrente, como ele fazia, saboreando as coisas boas e agradáveis e evitando com destreza os alçapões, as prisões, os compromissos. Odiava a fé e os fanatismos, na religião como na política, na vida social como no trabalho. Nada lhe parecia ainda verdadeiramente importante para o incomodar seriamente, para trocar o conforto dos seus dias pelo desconforto de uma ambição. Muitos intelectuais do seu tempo pensavam como ele mas pareciam sofrer desse vazio de causas e de ambições como um mal: ele via-o como um privilégio."
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terça-feira, 10 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Of mice and.. cats.
Parasita faz com que ratinhos percam o medo de gatos permanentemente.
http://www.nature.com/news/parasite-makes-mice-lose-fear-of-cats-permanently-1.13777
http://www.nature.com/news/parasite-makes-mice-lose-fear-of-cats-permanently-1.13777
Acho isto delicioso. Um ser unicelular capaz de induzir mudanças comportamentais (aparentemente) para seu benefício.
Bichos ♥
Bichos ♥
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Google wtf
Liquids?
Seriously?
Só depois me apercebi que não entendi a referência porque não vou a 9gags e semelhantes há uma porrada de tempo. Eis a explicação:
Quanto às restantes, a pesquisa remete para videos cheios de fofura de gatos a ser gatos.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Stuff to Do, Places to Go
Dá-me bastante satisfação ir preenchendo a minha agenda. Preencho-a a ela e a mim! Parecendo que não, os dias de agitação são os que me sabem melhor!
*
*
sábado, 22 de dezembro de 2012
Everybody Wants an Argentina
“Everyone wants an Argentina, a place where the slate is wiped clean. But the truth is Argentina is just Argentina. No matter where we go, we take ourselves and our damage with us. So is home the place we run to, or is it the place we run from? Only to hide out in places where we are accepted unconditionally, places that feel more like home to us. Because we can finally be who we are.” - Dexter
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Lies, Lies Everywhere!
Ontem, a caminho de casa, lembrei-me de uma conversa que tive em tempos acerca das chamadas white lies. Uma white lie consiste numa mentira inofensiva, que é contada para evitar situações desagradáveis desnecessárias, e que à partida não consiste em nada de relevante. Toda a gente já contou. Muita gente já deixa passar uma ou outra automaticamente. "Como correu a frequência? - Correu bem." - Se a resposta fosse negativa ou parcialmente negativa, remetia logo para algo do género do "então que se passou? era difícil? não estudaste suficiente?" - e quando uma porra de uma frequência não corre bem, não há propriamente vontade de esmiuçar as razões para tal ter acontecido depois. Quem recorria frequentemente a este tipo de mentiras, era a minha irmã. O que tem de engraçado, é que dá para detectar facilmente quando acontece, e quando é confrontada com o que de facto é verdade, fica logo possuída e com vontade de encher toda a gente de porrada. Eu não me considero muito apta a detectar mentiras, até porque grande parte de mim prefere acreditar que as pessoas com quem me dou não precisam de o fazer. De qualquer das formas, elas andem aí, inofensivas ou não. Ontem a reflexão caiu no facto de existir muito boa gente que o faz desnecessariamente, e às vezes tão mal e porcamente, que chega a roçar o estúpido. Não estou aqui a dizer que não o faço, e que acho isto uma coisa do Demo. Não. Estou a dizer que há alturas em que isso se justifica - em casos em que pequenas mentiras/omissões evitam situações de desconforto ou discussões picuinhas sem grande importância - e há outras em que são só escusadas, porque não evitam nada, e se for preciso só tornam a situação mais pesada e desconfortável. Principalmente quando é de caras que nos estão a mentir.
Aqui entra, então, a capacidade de cada um de ver quando é que uma mentira neutra é pelo melhor, ou é dita por hábito, por malícia, ou até mesmo por insensatez.
Falando por mim, evito-o. Apenas o faço quando sei que o resultado directo disso apenas contribui para que o ambiente fique atenuado ou se evite tópicos desagradáveis, em último caso. Quando o fazem a mim e acontece de eu me aperceber (como já acontece com a minha irmã), há coisas que deixo passar, porque são mesmo harmless e não há necessidade de armar confusão por pouca coisa. Há outras que não deixo passar, e trato de esclarecer imediatamente o assunto. E há outras em que gosto de ver quão longe é a que a coisa pode ir. Essas dão me um gostinho amargo particular. São tipo café. E nem sempre são assim tão neutras quanto isso. E como nunca tenho duvidas e raramente me engano, como o tio Aníbal, eventualmente a verdade vem ao de cima.
Havendo um bom entendimento, não há necessidade destas coisas. É o que volta e meia tento explicar à minha pequena, e sei que ela compreende. Quanto a gente graúda, não vale a pena fazê-lo. Se já com idade para ter juízo não conseguem ver a diferença entre algo inofensivo, e algo só parvo, não vale a pena gastar energia a explicar.
Agora vamos todos orar em silêncio e reflectir sobre o assunto durante 5 minutos.
Amén.
Falando por mim, evito-o. Apenas o faço quando sei que o resultado directo disso apenas contribui para que o ambiente fique atenuado ou se evite tópicos desagradáveis, em último caso. Quando o fazem a mim e acontece de eu me aperceber (como já acontece com a minha irmã), há coisas que deixo passar, porque são mesmo harmless e não há necessidade de armar confusão por pouca coisa. Há outras que não deixo passar, e trato de esclarecer imediatamente o assunto. E há outras em que gosto de ver quão longe é a que a coisa pode ir. Essas dão me um gostinho amargo particular. São tipo café. E nem sempre são assim tão neutras quanto isso. E como nunca tenho duvidas e raramente me engano, como o tio Aníbal, eventualmente a verdade vem ao de cima.
Havendo um bom entendimento, não há necessidade destas coisas. É o que volta e meia tento explicar à minha pequena, e sei que ela compreende. Quanto a gente graúda, não vale a pena fazê-lo. Se já com idade para ter juízo não conseguem ver a diferença entre algo inofensivo, e algo só parvo, não vale a pena gastar energia a explicar.
Agora vamos todos orar em silêncio e reflectir sobre o assunto durante 5 minutos.
Amén.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Bon Iver, again
Apesar de gostar muito da música da Sharon Van Etten, eu sou uma convertida ao Justin..
Vernon :)
Tenho saudades tuas, só para que se conste. Idiota.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Lost Thoughts
Existem sacrifícios que alguns tem a coragem de tomar para se libertarem daquilo que os arrasta, que os puxa para baixo. Nunca me tomei como uma pessoa corajosa, e tenho muita pouca fé em mim mesma. Prefiro acreditar no lado bom das pessoas, e esperar que tudo corra pelo melhor, invés de tomar uma decisão que corte o meu mal pela raiz. So far, so good. Apesar de me matar aos pouquinhos o facto da minha boa fé nem sempre ser retribuída, cá ando. E o que não me mata de vez, torna-me mais forte (pelo menos é o que dizem). E a verdade acaba por ser essa. Apesar de não caírem bem e me ficarem atravessadas algumas situações, tenho aprendido a olhar para além da ruindade, e contentar-me com o que há de bom, e o que me faz bem.
É uma maneira de o fazer. Pode não ser a melhor, pode não ser a que me faça mais feliz, mas é com a qual consigo viver. Por isso, podem chover fucking canivetes. Vou continuar aqui. Para o que der e vier.
As coisas boas são sempre as que ficam guardadas com mais carinho, e que contam mais ao final do dia. A essas pessoas que fazem por deixar uma pegada feliz no meu caminho, obrigada :) * às restantes.. fica igualmente o meu agradecimento, afinal, se fosse tudo bom, acabaria por perder a piada!
É uma maneira de o fazer. Pode não ser a melhor, pode não ser a que me faça mais feliz, mas é com a qual consigo viver. Por isso, podem chover fucking canivetes. Vou continuar aqui. Para o que der e vier.
As coisas boas são sempre as que ficam guardadas com mais carinho, e que contam mais ao final do dia. A essas pessoas que fazem por deixar uma pegada feliz no meu caminho, obrigada :) * às restantes.. fica igualmente o meu agradecimento, afinal, se fosse tudo bom, acabaria por perder a piada!
Como eu gosto destas meninas! :3
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Elefantes
Quando alguém te diz:
"Não penses num elefante cor-de-rosa!"
"Não penses num elefante cor-de-rosa!"
Tu pensas em quê?
Exactamente.
(este ainda para mais é hipster)
*
terça-feira, 6 de março de 2012
Lag & Pasteis de Nata
Para as pessoas menos esclarecidas, e que percebam alguma coisa de inglês: o que raio quer dizer lag.
Eu sofro de lag - não que seja uma condição médica que seja aceite pela comunidade científica, mas eu é que sei o que tenho!
Quando as coisas correm mal, e o pastel de nata que vocês tanto gostam e apreciam todos os dias com o café da manhã, deixa de existir na pastelaria... O que é que sucede? Tristeza. Abatimento. Ressabiamento. O sentimento inequívoco de que o pastel de nata partiu, e os nossos dias sem aquele sabor cremoso que nos deixa o ânimo mais doce, vão ter um trago azedo e incompleto. Até aqui, tudo muito normal.
O problema reside no facto de que a produção de pasteis de nata na cidade já foi interrompida faz tempo, e só agora é que me estou a aperceber do sucedido.
Tenho tomado café todos os dias sem o acompanhamento do bolo do costume.. E só agora me sinto desorientada quando entro na pastelaria e não o encontro em lado nenhum. O que me preocupa, é que todas as prateleiras se encontram vazias. Os pasteleiros não estão em lugar algum, e só se ouve a máquina de café a moer os grãos. E agora? Agora sinto que o café não é suficiente. Agora sei que aquele pequeno doce realmente faz diferença, e que uma coisa sem outra, não sabe tão bem. Agora só tenho o sabor amargo do café na língua, e é estranho.
Tendo isto, só me resta esperar que a crise no sector da panificação/pastelaria passe. E com sorte, este desfasamento de tempo que tenho em relação ao meu café da manhã, desapareça também.
*
sábado, 3 de março de 2012
Desafio Anita: 2. Mãe/Pai
O álbum de casamento dos meus pais.
Como eram jovens! Como a minha mãe era bonita e o meu pai tão magro! Fui assaltada por uma falsa nostalgia - porque eu ainda estava no cu de judas - ao ver as fotos deles com todos os convidados. É neste tipo de coisas que conseguimos ver o quão implacável é o tempo, que imprime rugas e arranca dentes e cabelo sem piedade. Demorei uns segundos a conseguir reconhecer um dos meus avós, que por incrível que pareça, o tempo conseguiu suavizar as feições, e dar-lhe um aspecto mais carinhoso! E tendo em conta o que me contam dele, tento imaginar a sua personalidade austera naquele olhar duro, e encaixa. Outros tantos amigos da família, ainda adolescentes, e outros mais velhos que agora já contam com sete palmos de terra em cima.
Mas não é dos convidados que é suposto estar a falar, nem tão pouco dos meus avós, mas sim dos meus pais.
Muita gente afirma ter uma família incomum, fora do normal, doida varrida, com sérios problemas, demente! Eu também o digo volta e meia, e nem sempre com a melhor das conotações, mas apesar disso não trocava este par de jarras por nenhum outro. Apesar de todos os defeitos, apesar de todas as discussões, mãe é mãe, pai é pai, e não há rigorosamente nada que os substitua. Devo-lhes muito do que sou agora, e por isso fico grata.
Velhotes, obrigadinha por tudo!
*
quinta-feira, 1 de março de 2012
Oh Xico!
Xicooo! Oooh Xico!
Onde te foste meter?
(Xico marinheiro também não soa mal!)
*
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Despersonificação
Eu ia para a cama ler os meus artigos e pdf's relacionados com o meu estágio, mas deu-se-me um nó nas entranhas e surgiu uma revolta.
Se há coisa que não gosto de ver, nem em mim, e muito menos nos outros, é a dita despersonificação. Passo a explicar: a necessidade de despir a própria pele, ou molda-la, de modo a conseguir cair nos padrões pretendidos conforme a situação necessária.
Quando digo situação necessária, refiro-me a tudo. Por interesse profissional, para atingir este ou aquele objectivo, para agradar a A ou a B, and so on.
Eu pergunto-me:
Será que esta gente quando se vai deitar, tem noção do que é? Ou daquilo que alguma vez foi? Terá opinião própria? Vontade própria? E se acredita que tem, será mesmo dessa pessoa?
Cá para mim, não. Acredito que há pessoas tão mergulhadas neste jogo de devoção a outrem, que já nem conseguem delimitar o que é seu, e o que é alheio.
"Será que gosto mesmo de sopa? Ou me obriguei a gostar só porque me senti forçado a isso? Ou porque quis deixar a minha mãe feliz? Ou porque irritava o meu pai? Ou porque os meus irmãos também comiam? Ou porque me disseram que era fixe? Ou porque a vizinha do lado que é bem boa também gosta?"
A questão vai mesmo por aqui. Não digo que não tenha caído na esparrela uma ou outra vez, mas há limites, e eu felizmente sei qual é o meu. Consigo ir para a cama descansada sabendo que não consigo gostar de sopa. Da mesma maneira que não consigo gostar de alface nem de tomate, e que a canela é coisa que me enoja.
(isto acaba sempre em metáforas alimentícias ultimamente, podia-me dar para pior)
E penso que já consegui esvaziar o balão cheio de ar que tinha no peito (era muito giro se tivesse hélio - imaginem-me a ler este texto com voz esganiçada - awesome!) e dar continuidade aos meus estudos (até pareço uma pessoa dedicada) como deve ser.
Salam Aleikum
*
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Noite de Domingo..
Noite passada na companhia de:
Um bom livro
Umas belas fatias de pizza
(eu e os meus hábitos saudáveis!)
E umas boas guitarradas
Há noites em que realmente não há nada que saiba melhor!
*
*
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Canela
Habitualmente só é tolerável em quantidades mínimas seja onde for, e se o sabor estiver bem disfarçado. Mas há alturas em que nem isso consigo suportar! Acredito que hoje seja um desses dias. Blergh.
Shô!
(há dias em que me sinto um verdadeiro pastel de nata! humpff)
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Uffa '-_-
A minha vontade de deitar na minha caminha e ressonar até acordar sem despertador É TANTA.
Desde o inicio da semana que ando a acordar cedo para dar um saltinho ao laboratório, chegando sempre a casa já à noitinha. Duas noites passadas fora de casa, sem a minha quantidade ridícula de cobertores e o meu aquecedor. Duas frequências na mesma semana e uma mão cheia de artigos para ler.
Embora adore ter sempre algo para fazer, e sentir me activa, sinto-me verdadeiramente cansada.
Londres, vem depressa por favor, que estas próximas duas semanas vão ser diabólicas!
domingo, 23 de outubro de 2011
Wishlist *
E tantos anos volvidos, esta música volta novamente ao ouvido, como uma carta de um amigo perdida no meio de papelada arrumada nos regressa às mãos, que é relida com um sorriso parvo na cara :)
Não duvidava nada que já a tivesse colocado algures por aqui, afinal de contas, teve tanto tanto tanto tanto tempo na minha cabeça, que nem sei como é possível ouvi-la novamente sem ter espasmos de horror (como tenho agora sempre que ouço a someone like you).
Tudo nela é simples e objectivo. Às vezes gostava de conseguir personificar este tipo de simplicidade, limpar a mente, e sorrir como estou a sorrir neste preciso momento (e entretanto a música já passou 9048534879387539 vezes).
*
I wish, I wish, I wish, I wish, I guess it never stops!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Musicol
Já que anda tudo um pouquinho contagiado com o musicol português, fica também uma pequena contribuição minha por aqui! Tive muita pena de não ter conseguido ver o concerto dele pelo Porto, mas acredito que entretanto esteja de volta pelas redondezas, e eu consiga por fim vê-lo.
*
Há dias em que eu acho que os senhores da bata branca me vão aparecer à porta a qualquer momento, e tenho dito!
domingo, 9 de outubro de 2011
3's and 7's and Metáforas Alimentícias
Existem coisas na vida extremamente desagradáveis, é um facto. Poderia passar o dia (sim, porque são exactamente 6h42 da matina, e eu estou aqui cheia de fanta) a enumerar estas coisas malditas, mas hoje vou me focar apenas numa.
Consideremos a situação: madrugada, sono completamente inexistente. Para compensar a incomensurável falta de sono, surge dos antros do inferno uma fome que me leva a acreditar que nunca em toda a minha vida vi algo comestível à frente. O que se sucede? Uma ida ao frigorífico. Abrindo a porta do maravilhoso e ispantoso (com i mesmo) electrodoméstico que acolhe no seu interior fresco e conservador, produtos capazes de aniquilar tão ameaçadora fome... deparo me com o seguinte cenário:
- Iogurtes ligeiramente fora do prazo;
- Manteiga com um nadinha de cheiro a ranço, quase imperceptível;
- Fiambre com um aspecto duvidoso, já que a sua tonalidade rosa e apetitosa já não é o que era;
- Ketchup e maionese também fora do prazo;
- Lata de salsichas aberta, mas com as ditas cujas com as extremidades negras e com ar de quem já esteve a estagiar no frio tempo em demasia;
- Sobras de arroz boas para irem directinhas para o caixote do lixo.
Tendo isto, fico decepcionada, e decido ver o que há na dispensa:
- Pão recesso, bom para dar aos pombos;
- Pão de forma com um perfume menos habitual;
- Pacotes de bolachas abertos, estando as pobres coitadas um pouco moles e sem graça;
- Idem aspas para os cereais.
Depois de correr a cozinha em busca de algo que acalme o gremlin esfomeado que está dentro de mim, é de ficar frustrada e indignada por não haver rigorosamente nada em condições para se comer!
Mas isso é subjectivo, dizem vocês.
E dizem com muita razão! Porque existe muita boa gente que come iogurtes ligeiramente fora do prazo, tendo apenas em atenção o aspecto da embalagem e do produto em si. E comem, e dão se por satisfeitos! E ficam felizes! E matam a fome apesar de tudo. O mesmo se verifica com os restantes alimentos (tirando o arroz, neste caso): o pão recesso, pode se aquecer, comendo se torradinho com a manteiga; os cereais em leite quente, amoleceriam de qualquer das formas; as pontas negras das salsichas numa omelete, mista, ou cachorro, tornar se iam imperceptíveis; and so on and so on.
Mas a questão reside aqui mesmo: até que ponto é que uma pessoa é capaz de comer algo que não esteja em tão bom estado, e sentir se completamente satisfeita no final? Será que o gremlin estomacal é finalmente e definitivamente acalmado durante umas horas? Ou será que fica aquela impressão esquisita que se calhar não se deveria ter arriscado?
Isto vai depender de quem é a criatura que está a morrer de carência alimentar. Falando por mim, já fui mulherzinha para ter acabado com um frasco de ketchup que veio de paredes de coura (onde a sua forma de conservação era nenhuma), e ainda cá ando para as curvas! No entanto, tudo o resto me faz torcer o nariz, apesar de estar esganadinha de fome. Prefiro comer coisa nenhuma e ir para a cama completamente frustrada, do que comer algo que não me caia tão bem, e que me deixe a pensar se não me vai dar uma coisinha má nas horas que se seguem à ingestão!
E para que fique esclarecido: não, os cenários anteriormente descritos não correspondem à realidade (excepção aos iogurtes).
Quanto à escolha músical: poderia dizer muita coisa, mas não digo nada, porque a música diz tudo, olé!
Tenham um bom dia!
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